Uni Escolas Cinema, Projeto de Extensão Cineclubista * Pesquisa e Educação Audiovisual * Cineclubismo em Universidades, Escolas e Comunidades * Produção de Cinema e Vídeos * Mini-cursos, Oficinas e Mostras não competitivas * Fóruns, Congressos e Jornadas de Cinema e de Cineclubes * Estudos Estéticos e Protagonismo Juvenil de Povos Tradicionais Amazônicos * Estudos Antropológicos no Brasil e Europa, com foco na Mobilidade Transnacional e Cidadania.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
'Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa. A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf ' No Cine Líbero Luxardo, mes de agosto, Belém.
Em
janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um
bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da
Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a
um quarteirão de casa.
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
Em
janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um
bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da
Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a
um quarteirão de casa.
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
A infância de Elena em Londrina
teve fim quando os pais tiveram a notícia que a polícia sabia de seu
paradeiro. Foram, então, para São Paulo, onde a menina estudou em uma
creche municipal e fez algumas amigas. Foi ali, no bairro do Caxingui,
que aprendeu a andar de bicicleta.
Depois de quase 2 anos em São Paulo (até abril de 1976), Elena se mudou para Belo Horizonte, onde foi alfabetizada. Ficou até o final do ano morando com a tia-avó, os avós e Olinda, que a irmã Petra chamaria de “mãe do coração” mais tarde. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
Depois de quase 2 anos em São Paulo (até abril de 1976), Elena se mudou para Belo Horizonte, onde foi alfabetizada. Ficou até o final do ano morando com a tia-avó, os avós e Olinda, que a irmã Petra chamaria de “mãe do coração” mais tarde. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
Em
janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um
bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da
Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a
um quarteirão de casa.
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
E a programação do Festival Cinema pela Verdade não para no mês de agosto! Agora na UEPA, serão exibidos os filmes "Infância Clandestina" e "Eu Me Lembro", nos auditórios do CCSE E CCBS da Universidade Estadual do Pará, respectivamente, acompanhados de debates para refletir sobre a ditadura militar e suas consequências com pesquisadores, professores, militantes e demais envolvidos com o tema.
terça-feira, 18 de junho de 2013
CINEMA INDEPENDENTE RAMIFICA EM BELÉM
Com
intuíto de agregar ao cenário audiovisual local e ratificar que não há
nenhum tipo de rivalidade entre os grupos que desenvolvem projetos
cinematográficos independentes em Belém do Pará , a "Quadro a Quadro",
"Qualquer Coletivo", Ver-o-Take", "Cinema e Miritismo" e "Coletivo
Tralhoto" exibirão no Cine Olympia, dia 15 de junho, alguns de seus
trabalhos para o público.
Uma iniciativa para evidenciar que o trabalho em grupo, aliado a dedicação e criatividade, podem render interessantes resultados.
Coletivo Tralhoto
"A Garota da Beira do Rio"
Sinopse:Três amigos embriagados voltam pra casa após mais forró da Ufpa, até que um deles se separa e acaba tendo um encontro inesperado com uma misteriosa garota na beira do rio.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/ coletivotralhoto?fref=ts
Coletivo Ver-o-Take
“Epitáfio”
Sinopse: Epitáfio conta a história de Eduardo (Khaled Chedid), um jovem publicitário que, aos 25 anos, tem uma vida boa e é bem-sucedido. Mas, parece que se a vida não tem problema algum, é aí que algo está errado com ela, né? Ele entra em uma crise de identidade e começa a refletir sobre sua vida, se é feliz e qual o verdadeiro sentido de sua existência. Afinal, pra que serve tudo o que ele tem feito durante os últimos anos? Eduardo decide tomar uma decisão inesperada, mesmo que ela não seja uma das mais fáceis.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/ VerOTake?fref=ts
Cinema e Miritismo
“Tereza e a Crítica”
Sinopse:O curta trata-se de uma jovem blogueira que, inconformada com a situação imposta às ditas minorias sociais, decide escrever um texto em protesto. Com a repercussão do texto, ela é convidada e explicar-se publicamente e aí que descobre-se o que ela sente e quer realmente falar.
Página do facebook: http://www.facebook.com/ pages/Cinema-Miritismo/ 495915377105433?fref=ts
Qualquer Coletivo
"desértiqa's gota's líqido's grão's (de sangue)"
Natureza, Fenômeno, Cultura, Homem: que ruídos se colhe aqui?
Entre o ar livre e o ar condicionado, o humano (homo sapiens, homo ludens, homo faber). Ar: raro efeito, que transporta mistérios. Mistérios que o humano condiciona, para transformar em energia. Intenta libertar sua paisagem? Aprisionar sua miragem? Transformar em dígito o canto do uirapuru? Em especiarias as espécies? O sedento humano e seu oásis represado: a Imagem (visual, sonora, digital, hidroelétrica).
Página do Facebook: http://www.facebook.com/ qualquerquoletivo
Quadro a Quadro
“Espelho e Silêncio”
Sinopse:Livremente inspirado no texto homônimo de Emanuel Meireles. Sozinho em uma velha casa, um homem convive em um denso silêncio. Entre alguns objetos, um espelho que lhe despertou algo levando a uma danação.
“Fotodramas”
Sinopse: Retratos do cotidiano que apresentam uma proposta de construir e desconstruir conceitos.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/ ColetivoQuadroAQuadro?fref= ts
Serviço:
Sábado, dia 15 de Junho
Às 16h no Cine Olympia
ENTRADA FRANCA
Realização e Curadoria: Quadro a Quadro
Apoio: Cine Olympia
Informações:8102-3089/ 8070-4941
Uma iniciativa para evidenciar que o trabalho em grupo, aliado a dedicação e criatividade, podem render interessantes resultados.
Coletivo Tralhoto
"A Garota da Beira do Rio"
Sinopse:Três amigos embriagados voltam pra casa após mais forró da Ufpa, até que um deles se separa e acaba tendo um encontro inesperado com uma misteriosa garota na beira do rio.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/
Coletivo Ver-o-Take
“Epitáfio”
Sinopse: Epitáfio conta a história de Eduardo (Khaled Chedid), um jovem publicitário que, aos 25 anos, tem uma vida boa e é bem-sucedido. Mas, parece que se a vida não tem problema algum, é aí que algo está errado com ela, né? Ele entra em uma crise de identidade e começa a refletir sobre sua vida, se é feliz e qual o verdadeiro sentido de sua existência. Afinal, pra que serve tudo o que ele tem feito durante os últimos anos? Eduardo decide tomar uma decisão inesperada, mesmo que ela não seja uma das mais fáceis.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/
Cinema e Miritismo
“Tereza e a Crítica”
Sinopse:O curta trata-se de uma jovem blogueira que, inconformada com a situação imposta às ditas minorias sociais, decide escrever um texto em protesto. Com a repercussão do texto, ela é convidada e explicar-se publicamente e aí que descobre-se o que ela sente e quer realmente falar.
Página do facebook: http://www.facebook.com/
Qualquer Coletivo
"desértiqa's gota's líqido's grão's (de sangue)"
Natureza, Fenômeno, Cultura, Homem: que ruídos se colhe aqui?
Entre o ar livre e o ar condicionado, o humano (homo sapiens, homo ludens, homo faber). Ar: raro efeito, que transporta mistérios. Mistérios que o humano condiciona, para transformar em energia. Intenta libertar sua paisagem? Aprisionar sua miragem? Transformar em dígito o canto do uirapuru? Em especiarias as espécies? O sedento humano e seu oásis represado: a Imagem (visual, sonora, digital, hidroelétrica).
Página do Facebook: http://www.facebook.com/
Quadro a Quadro
“Espelho e Silêncio”
Sinopse:Livremente inspirado no texto homônimo de Emanuel Meireles. Sozinho em uma velha casa, um homem convive em um denso silêncio. Entre alguns objetos, um espelho que lhe despertou algo levando a uma danação.
“Fotodramas”
Sinopse: Retratos do cotidiano que apresentam uma proposta de construir e desconstruir conceitos.
Página do Facebook: http://www.facebook.com/
Serviço:
Sábado, dia 15 de Junho
Às 16h no Cine Olympia
ENTRADA FRANCA
Realização e Curadoria: Quadro a Quadro
Apoio: Cine Olympia
Informações:8102-3089/
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O perigo de contar uma história somente nos faz ignorantes
"Quando rejeitamos uma única história, quando percebemos que
nunca há apenas uma história, nós reconquistamos o paraíso."
https://www.youtube.com/watch?v=ZUtLR1ZWtEY
domingo, 9 de junho de 2013
COM A PALAVRA O PROFESSOR
É com muito orgulho que compartilho esse vídeo, o discurso da PROFESSORA AMANDA GURGEL sobre as políticas públicas de valorização do profissional da educação no Brasil. Se eu fosse a Secretária eu pediria uma toalha! https://www.facebook.com/photo.php?v=391444400964738&set=vb.323098201132692&type=2&theater
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