terça-feira, 13 de agosto de 2013

'Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa. A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf ' No Cine Líbero Luxardo, mes de agosto, Belém.


Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
A infância de Elena em Londrina teve fim quando os pais tiveram a notícia que a polícia sabia de seu paradeiro. Foram, então, para São Paulo, onde a menina estudou em uma creche municipal e fez algumas amigas. Foi ali, no bairro do Caxingui, que aprendeu a andar de bicicleta.
Depois de quase 2 anos em São Paulo (até abril de 1976), Elena se mudou para Belo Horizonte, onde foi alfabetizada. Ficou até o final do ano morando com a tia-avó, os avós e Olinda, que a irmã Petra chamaria de “mãe do coração” mais tarde. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf


E a programação do Festival Cinema pela Verdade não para no mês de agosto! Agora na UEPA, serão exibidos os filmes "Infância Clandestina" e "Eu Me Lembro", nos auditórios do CCSE E CCBS da Universidade Estadual do Pará, respectivamente, acompanhados de debates para refletir sobre a ditadura militar e suas consequências com pesquisadores, professores, militantes e demais envolvidos com o tema.


terça-feira, 18 de junho de 2013

CINEMA INDEPENDENTE RAMIFICA EM BELÉM


Com intuíto de agregar ao cenário audiovisual local e ratificar que não há nenhum tipo de rivalidade entre os grupos que desenvolvem projetos cinematográficos independentes em Belém do Pará , a "Quadro a Quadro", "Qualquer Coletivo", Ver-o-Take", "Cinema e Miritismo" e "Coletivo Tralhoto" exibirão no Cine Olympia, dia 15 de junho, alguns de seus trabalhos para o público.
Uma iniciativa para evidenciar que o trabalho em grupo, aliado a dedicação e criatividade, podem render interessantes resultados.

Coletivo Tralhoto
"A Garota da Beira do Rio"

Sinopse:Três amigos embriagados voltam pra casa após mais forró da Ufpa, até que um deles se separa e acaba tendo um encontro inesperado com uma misteriosa garota na beira do rio.


Página do Facebook: http://www.facebook.com/coletivotralhoto?fref=ts



Coletivo Ver-o-Take
“Epitáfio”

Sinopse: Epitáfio conta a história de Eduardo (Khaled Chedid), um jovem publicitário que, aos 25 anos, tem uma vida boa e é bem-sucedido. Mas, parece que se a vida não tem problema algum, é aí que algo está errado com ela, né? Ele entra em uma crise de identidade e começa a refletir sobre sua vida, se é feliz e qual o verdadeiro sentido de sua existência. Afinal, pra que serve tudo o que ele tem feito durante os últimos anos? Eduardo decide tomar uma decisão inesperada, mesmo que ela não seja uma das mais fáceis.

Página do Facebook: http://www.facebook.com/VerOTake?fref=ts




Cinema e Miritismo
“Tereza e a Crítica”

Sinopse:O curta trata-se de uma jovem blogueira que, inconformada com a situação imposta às ditas minorias sociais, decide escrever um texto em protesto. Com a repercussão do texto, ela é convidada e explicar-se publicamente e aí que descobre-se o que ela sente e quer realmente falar.

Página do facebook: http://www.facebook.com/pages/Cinema-Miritismo/495915377105433?fref=ts




Qualquer Coletivo
"desértiqa's gota's líqido's grão's (de sangue)"

Natureza, Fenômeno, Cultura, Homem: que ruídos se colhe aqui?
Entre o ar livre e o ar condicionado, o humano (homo sapiens, homo ludens, homo faber). Ar: raro efeito, que transporta mistérios. Mistérios que o humano condiciona, para transformar em energia. Intenta libertar sua paisagem? Aprisionar sua miragem? Transformar em dígito o canto do uirapuru? Em especiarias as espécies? O sedento humano e seu oásis represado: a Imagem (visual, sonora, digital, hidroelétrica).

Página do Facebook: http://www.facebook.com/qualquerquoletivo




Quadro a Quadro

“Espelho e Silêncio”

Sinopse:Livremente inspirado no texto homônimo de Emanuel Meireles. Sozinho em uma velha casa, um homem convive em um denso silêncio. Entre alguns objetos, um espelho que lhe despertou algo levando a uma danação.

“Fotodramas”

Sinopse: Retratos do cotidiano que apresentam uma proposta de construir e desconstruir conceitos.

Página do Facebook: http://www.facebook.com/ColetivoQuadroAQuadro?fref=ts



Serviço:
Sábado, dia 15 de Junho
Às 16h no Cine Olympia
ENTRADA FRANCA

Realização e Curadoria: Quadro a Quadro
Apoio: Cine Olympia

Informações:8102-3089/8070-4941


Av. Pres. Vargas 917, 66017-000 Belem Do Pará, Para, Brazil

quinta-feira, 13 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

DOCUMENTÁRIO 'OUTRAS HISTÓRIAS' É BEM RECEBIDO NO KOVA DA MOURA EM LISBOA

NósTORIAS APRESENTA CURTAMETRAGEM 'OUTRAS HSTÓRIAS', dos diretores Darcel Andrade e Wilza Brito,



É Hoje, 8 de junho 2013, logo mais, terei a honra de apresentar e compartilhar o filme curtametragem 'Outras Histórias' aos novos amigos do bairro Kova da Moura, em Lisboa, Portugal, uma parceria entre o ISCSP Cidadania, Moinho da Juventude e Uni Escolas Cinema. O Encontro chama-se "NóStorias", com Cláudia Vaz, Ermelindo Quaresma e comunidade.

'Outras Históras' e 'NóStorias' são histórias que se somam neste planeta do ser cidadão,       com sonhos e atitudes realizadoras. 

 

Dia seguinte



O céu é o limite. Nuvens claras, vento calmo e frio, amigos à nossa espera, e nós... ansiedade. Eu e a antropóloga Claudia Vaz levamos o documentário 'Outras histórias', Wilza Brito e Darcel Andrade, ao espaço Moinho da Juventude do bairro Kova da Moura, em Lisboa. Quem nos recebe é Alex, Kromo di Ghetto, Lord Strike, A sessão foi sucesso; imagem, som e espaço de qualidade, melhor ainda, a roda de conversa após o filme, bem descontraída e com objetividade. Projetos e ideias de parcerias foram plantados e o Uni Escolas Cinema amplia sua contrbuição com outras grandes iniciativas do Moinho da Juventude e ISCSP Cidadania. O filme Outras Históras traz vozes e ações de cidadania na promoção da educação inclusiva para pessoas com necessidades especiais em cadeiras de roda. Música, teatro, dança, esportes são atividades escolhidas por quatro 'cadeirantes' na busca de seus espaços na sociedade. — em Kova M ;)






Esta árvore nos aponta o céu em várias direções e caminha para ele. Como ela, temos várias opções e destinos; decidir é a grande sacada e escolhemos um ou vários [caminhos], e ainda seguramos a corda-bamba do varal que pendura as vestes da vaidade que nos cobre a vergonha. Em tempo de florescer somos árvores, se nos permitirem ser e viver. Para os Plantadores de Sonhos KM: Alex, Kromo di Ghetto, Cláudia Vaz e Lord Strike.


Elielson Almeida é um de meus atores sociais que compõem os 'casts' de meus filmes. 'Atleta de basquete, modelo e bailarino' _ como se define no filme Outras Histórias, ele traz a sua experiência de vida e nos dá uma aula de perseverança, superação e aponta caminhos para pensarmos uma cidadania mais justa para as pessoas com necessidades especiais; traz à tona as questões sobre acessibilidade, não somente a acessibilidade física e geográfica de rampas e ambientes adaptados, mas a acessibilidade atitudinal do ser cidadão, de gestores sociais e educacionais de viabilizarem  políticas públicas de acessibilidade como um todo a essa demanda na promoção da inclusão social.


Eles acordam cedo para uma partida de basquete e caminham para o ginásio de esportes entre ruas esburacadas cheias de obstáculos.




Mayrla Andrade é balarina e adaptou sua casa no bairro da Cidade Nova, grande Belém, e recebe semanalmente os amigos bailarinos do seu Grupo de Dança. Todos eles já ganharam prêmios em festivais de dança nas categorias solo, dupla e conjunto. Juninho, centro, forma Pas de Deux com outras bailarinas e arranca aplausos em seu número; todos, cada um com seus estilos e coreografia. Abaixo, Elielson apresenta sua performance pelas lentes do filme em filtro poético de Sávio Palheta, efeito na edição final da fotografia de Darcel Andrade, que operou câmera.




Lord Strike e Kromo di Ghetto comentam o filme e apontam os projetos que o Kova da Moura já desenvolve, e que vão ao encontro dessas iniciativas audiovisuais, que é o cinema, os documentários.




"É isso: Respeitar as convicções, ser solidário, comunicar-se... e tantas outras mensagens são colocadas no painel de fundo. Eu, aprendiz, entre os Plantadores de Sonhos  Kromo di Ghetto e Lord Strike.

 

Antropóloga Claudia Vaz:


"De 'Outras Histórias' a 'NóStória'...a minha, a sua, a dele...as nossas, as vossas...Histórias!...todos temos uma! Este é um projeto (melhor, um embrião de projeto) que assenta na narrativa e partilha de histórias. Que tarde tão bem passada! Obrigada :-) 

 

Ao andar pelas ruas do Kova da Moura, deparei-me com um poema de António Gedeão que muito inspira crianças, jovens e adultos [foto no cartaz]. E como eu também tenho em memória outro [poema] deste autor, e que muito me inspira, aqui o apresento como agradecimento pelo convite recebido:

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante na vida
tão concreta e definida
como uma coisa qualquer

Eles não sabem e nem sonham
que o sonho comanda a vida
e que quando o homem sonha
o mundo pula e avança
como uma bola colorida
entre as mãos de uma criança"

António Gedeão