sábado, 24 de agosto de 2013

terça-feira, 13 de agosto de 2013

'Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa. A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf ' No Cine Líbero Luxardo, mes de agosto, Belém.


Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.LqVmH5az.dpuf
A infância de Elena em Londrina teve fim quando os pais tiveram a notícia que a polícia sabia de seu paradeiro. Foram, então, para São Paulo, onde a menina estudou em uma creche municipal e fez algumas amigas. Foi ali, no bairro do Caxingui, que aprendeu a andar de bicicleta.
Depois de quase 2 anos em São Paulo (até abril de 1976), Elena se mudou para Belo Horizonte, onde foi alfabetizada. Ficou até o final do ano morando com a tia-avó, os avós e Olinda, que a irmã Petra chamaria de “mãe do coração” mais tarde. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf
Em janeiro de 1977, Elena foi com os pais para Belém, no Caixa-Pará, um bairro afastado da cidade paraense. Depois se mudaram para perto da Praça da República. Ali, ela estudou no colégio D. Bosco, que ficava a um quarteirão de casa.

A Amazônia despertou seu instinto ecológico: aos 8 anos, Elena fez um poema para uma castanheira que viu sendo derrubada. A menina adorava a floresta. A família ia muito à praia do Mosqueiro e faziam viagens para a região do Fresco-Xingu, onde seus pais começaram um projeto de colonização que resultou na cidade de Tucumã. - See more at: http://www.elenafilme.com/noticias/elena-de-volta-ao-para/#sthash.yGxF0L1s.dpuf


E a programação do Festival Cinema pela Verdade não para no mês de agosto! Agora na UEPA, serão exibidos os filmes "Infância Clandestina" e "Eu Me Lembro", nos auditórios do CCSE E CCBS da Universidade Estadual do Pará, respectivamente, acompanhados de debates para refletir sobre a ditadura militar e suas consequências com pesquisadores, professores, militantes e demais envolvidos com o tema.


terça-feira, 18 de junho de 2013

CINEMA INDEPENDENTE RAMIFICA EM BELÉM


Com intuíto de agregar ao cenário audiovisual local e ratificar que não há nenhum tipo de rivalidade entre os grupos que desenvolvem projetos cinematográficos independentes em Belém do Pará , a "Quadro a Quadro", "Qualquer Coletivo", Ver-o-Take", "Cinema e Miritismo" e "Coletivo Tralhoto" exibirão no Cine Olympia, dia 15 de junho, alguns de seus trabalhos para o público.
Uma iniciativa para evidenciar que o trabalho em grupo, aliado a dedicação e criatividade, podem render interessantes resultados.

Coletivo Tralhoto
"A Garota da Beira do Rio"

Sinopse:Três amigos embriagados voltam pra casa após mais forró da Ufpa, até que um deles se separa e acaba tendo um encontro inesperado com uma misteriosa garota na beira do rio.


Página do Facebook: http://www.facebook.com/coletivotralhoto?fref=ts



Coletivo Ver-o-Take
“Epitáfio”

Sinopse: Epitáfio conta a história de Eduardo (Khaled Chedid), um jovem publicitário que, aos 25 anos, tem uma vida boa e é bem-sucedido. Mas, parece que se a vida não tem problema algum, é aí que algo está errado com ela, né? Ele entra em uma crise de identidade e começa a refletir sobre sua vida, se é feliz e qual o verdadeiro sentido de sua existência. Afinal, pra que serve tudo o que ele tem feito durante os últimos anos? Eduardo decide tomar uma decisão inesperada, mesmo que ela não seja uma das mais fáceis.

Página do Facebook: http://www.facebook.com/VerOTake?fref=ts




Cinema e Miritismo
“Tereza e a Crítica”

Sinopse:O curta trata-se de uma jovem blogueira que, inconformada com a situação imposta às ditas minorias sociais, decide escrever um texto em protesto. Com a repercussão do texto, ela é convidada e explicar-se publicamente e aí que descobre-se o que ela sente e quer realmente falar.

Página do facebook: http://www.facebook.com/pages/Cinema-Miritismo/495915377105433?fref=ts




Qualquer Coletivo
"desértiqa's gota's líqido's grão's (de sangue)"

Natureza, Fenômeno, Cultura, Homem: que ruídos se colhe aqui?
Entre o ar livre e o ar condicionado, o humano (homo sapiens, homo ludens, homo faber). Ar: raro efeito, que transporta mistérios. Mistérios que o humano condiciona, para transformar em energia. Intenta libertar sua paisagem? Aprisionar sua miragem? Transformar em dígito o canto do uirapuru? Em especiarias as espécies? O sedento humano e seu oásis represado: a Imagem (visual, sonora, digital, hidroelétrica).

Página do Facebook: http://www.facebook.com/qualquerquoletivo




Quadro a Quadro

“Espelho e Silêncio”

Sinopse:Livremente inspirado no texto homônimo de Emanuel Meireles. Sozinho em uma velha casa, um homem convive em um denso silêncio. Entre alguns objetos, um espelho que lhe despertou algo levando a uma danação.

“Fotodramas”

Sinopse: Retratos do cotidiano que apresentam uma proposta de construir e desconstruir conceitos.

Página do Facebook: http://www.facebook.com/ColetivoQuadroAQuadro?fref=ts



Serviço:
Sábado, dia 15 de Junho
Às 16h no Cine Olympia
ENTRADA FRANCA

Realização e Curadoria: Quadro a Quadro
Apoio: Cine Olympia

Informações:8102-3089/8070-4941


Av. Pres. Vargas 917, 66017-000 Belem Do Pará, Para, Brazil