terça-feira, 20 de setembro de 2011

Com a palavra, os vencedores da 3ª edição do Claro Curtas, do site http://www.clarocurtas.com.br/noticias/noticias/detalhe/com-a-palavra,-os-vencedores-da-3-edicao-do-claro-curtas

http://www.clarocurtas.com.br/noticias/noticias/detalhe/com-a-palavra,-os-vencedores-da-3-edicao-do-claro-curtasOs contemplados nas diferentes categorias criadas este ano contam o que os motivou a participar do festival, como foi o processo de criação de seus vídeos e, claro, celebram suas conquistas. Confira os depoimentos. 06/09/2011[Image]Foto: DragoPoucas ocasiões são tão contagiantes quanto uma premiação. Não tanto pelos prêmios, mas especialmente porque um ciclo de esforço e trabalho se encerra com celebração. Assim foi a cerimônia de encerramento da 3ª edição do Claro Curtas: animada, instigante, com aquele gostinho de “quero mais”.

Esse foi o tom dos depoimentos dos vencedores do evento, nas diferentes categorias competitivas do festival. Eles receberam seus prêmios (câmeras e valores em barras de ouro para os realizadores e equipamento de edição para as instituições a que estão ligados) após o encerramento do Seminário Claro Curtas, que aconteceu no Museu de Imagem e do Som de São Paulo – MIS-SP, no último dia 23 de agosto.

Grande parte dos finalistas esteve presente na ocasião, acompanhados de familiares e amigos, que vibraram junto com os ganhadores quando foram anunciados os prêmios. Outros desfrutaram da festa através da transmissão ao vivo do evento, disponibilizada no dia aqui no site.

Conversamos com os vencedores para saber detalhes de sua experiência, desde a ideia para realizar os curtíssimas até os planos para o futuro, passando pela motivação para se inscrever no festival. Confira os destaques abaixo.

Compartilhar ideias
O curitibano João Krefer, realizador de “Julho”, vencedor na categoria Universitários pelo voto da comissão julgadora conta que, no ano passado, sua primeira experiência de gravar um vídeo com celular o fez pensar no alcance que poderiam ter suas histórias. “Queria muito trabalhar com mídias móveis e, claro, também aproveitar a oportunidade de participar de um festival. O que eu acho interessante do Claro Curtas é a proposta de colocar os vídeos na internet e buscar um alcance realmente amplo. Por exemplo, o fato de que os finalistas das edições anteriores estejam disponíveis no site me pareceu ótimo. É muito importante que as pessoas realmente assistam aos nossos filmes”. 
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MVQ9sl8PS0M

O tempo do agora
“Pensamos em princípio: é um tema quase livre. Mas, ao mesmo tempo, era preciso chegar a uma abordagem específica. Começamos com a ideia de passagem do tempo, até que chegamos nessa história para mostrar a convivência de ritmos diferentes. O do caracol, mais lento, e o do homem”, explica Daniel Saraiva Rabanéa sobre o vídeo “Fome de tempo”, ganhador, pela comissão julgadora, da categoria livre. Daniel é de São Paulo, capital, foi um dos finalistas da edição anterior do Claro Curtas.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=emtyutxw8Zs

Trabalho em equipe
Agner Rebouças, que recebeu menção honrosa pela animação “Ação e Consequência” na categoria Universitários, diz que o grafite é referência constante para trabalhos que realiza em vídeo ou em outras plataformas – sempre com os companheiros do coletivo paulistano Grafite com Pipoca, do qual faz parte. “Trabalhamos normalmente com uma câmera digital simples, spray, papel e parede. Cada um coloca parte do material e do equipamento que usamos. Juntos, vamos realizando nossos projetos”.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=s8bvUZqMD-Y
De vídeo em vídeo
Para Daniel Varlese e os irmãos Ana Clara e Francisco Isensee, de “A segunda lei da termodinâmica”, que conquistou a comissão julgadora na categoria Alunos de Ensino Médio, participar do festival, junto à satisfação de ter um curta premiado, é um estímulo para pensar na carreira universitária que querem seguir. Daniel pretende estudar Artes Cênicas, enquanto Ana Clara e Francisco querem se envolver com audiovisual. Eles são unânimes ao falar da maior presença do vídeo nas aulas que têm no Colégio Domus, de São Paulo (SP), onde estudam atualmente: “Este ano, começaram a surgir mais trabalhos com audiovisual. Talvez os professores estejam prestando mais atenção nisso”, opinam.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=xdNnl1n6614

Stefany Wieh é professora do Colégio Estadual Getúlio Vargas, a única instituição de ensino médio do município Pedro Osório, Rio Grande do Sul, e concorda com Daniel, Ana Clara e Francisco. “O uso das tecnologias na escola e da linguagem audiovisual na atualidade é tão importante, em minha opinião, quanto aprender a ler e escrever. É fundamental para o aluno fazer leituras do mundo em que vivemos hoje”. O Getúlio Vargas é o colégio onde estuda Augusto Gowert Tavares, cujo vídeo “A cor do tempo” recebeu a maioria dos votos do público na categoria Alunos de ensino médio.

Dose dupla
João Paulo Miranda, Isadora Torres e Cláudio Torres, do vídeo “Brás Cubas – Delírios”, celebraram os dois prêmios (Comissão Julgadora e Júri Popular) que o filme ganhou na categoria ONGs, cineclubes e Pontos de Cultura. Eles são da cidade de Rio Claro, interior de São Paulo, e fazem parte do grupo Kino Olho, que nasceu em 2004 com sessões de cineclubismo e, aos poucos, se tornou também um grupo de produção. Para eles, os prêmios serão essenciais para continuar suas atividades: “As câmeras e a ilha de edição vão possibilitar que ampliemos nosso trabalho”, comemora Claudio, que participou como ator no curta. “É um estímulo para continuar”, acrescenta João Paulo Miranda, um dos coordenadores do Kino Olho.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=dNfjv1ntJvE
Conte a sua história
Os paulistanos Tatiana Bornatto e Gabriel Galindo, roteirista e diretor de “Tempo para ouvir o que quero dizer”, escolha no público na categoria Livre, pensaram em sua experiência de trabalho para deixar uma sugestão para quem quer se envolver com audiovisual e participar da próxima edição do Claro Curtas. “Minha dica é: pense bastante na ideia antes de realizá-la. A maior parte do tempo investido em um vídeo tem que se destinar à construção do roteiro, ao esforço de tentar transformar um tema – algo que você queira transmitir – em uma história. Assim, na hora de gravar, tudo parece fazer sentido e todas aquelas pessoas mobilizadas têm um propósito de estar aí”, arrisca Gabriel. Que venha o próximo festival!
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=rSBQvkBwx7A

Educação Audiovisual

Projeto Uni Escolas Cinema da Universidade do Estado do Pará / Campus Vigia
Prof. Darcel Andrade

Uni-Escolas-Cinema

Projeto de Extensão Cineclubista

Com a palavra, os vencedores da 3ª edição do Claro Curtas, do site http://www.clarocurtas.com.br/noticias/noticias/detalhe/com-a-palavra,-os-vencedores-da-3-edicao-do-claro-curtas


Com a palavra, os vencedores da 3ª edição do Claro Curtas

Os contemplados nas diferentes categorias criadas este ano contam o que os motivou a participar do festival, como foi o processo de criação de seus vídeos e, claro, celebram suas conquistas. Confira os depoimentos.

06/09/2011
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Foto: Drago
Poucas ocasiões são tão contagiantes quanto uma premiação. Não tanto pelos prêmios, mas especialmente porque um ciclo de esforço e trabalho se encerra com celebração. Assim foi a cerimônia de encerramento da 3ª edição do Claro Curtas: animada, instigante, com aquele gostinho de “quero mais”.

Esse foi o tom dos depoimentos dos vencedores do evento, nas diferentes categorias competitivas do festival. Eles receberam seus prêmios (câmeras e valores em barras de ouro para os realizadores e equipamento de edição para as instituições a que estão ligados) após o encerramento do Seminário Claro Curtas, que aconteceu no Museu de Imagem e do Som de São Paulo – MIS-SP, no último dia 23 de agosto.

Grande parte dos finalistas esteve presente na ocasião, acompanhados de familiares e amigos, que vibraram junto com os ganhadores quando foram anunciados os prêmios. Outros desfrutaram da festa através da transmissão ao vivo do evento, disponibilizada no dia aqui no site.

Conversamos com os vencedores para saber detalhes de sua experiência, desde a ideia para realizar os curtíssimas até os planos para o futuro, passando pela motivação para se inscrever no festival. Confira os destaques abaixo.

Compartilhar ideias
O curitibano João Krefer, realizador de “Julho”, vencedor na categoria Universitários pelo voto da comissão julgadora conta que, no ano passado, sua primeira experiência de gravar um vídeo com celular o fez pensar no alcance que poderiam ter suas histórias. “Queria muito trabalhar com mídias móveis e, claro, também aproveitar a oportunidade de participar de um festival. O que eu acho interessante do Claro Curtas é a proposta de colocar os vídeos na internet e buscar um alcance realmente amplo. Por exemplo, o fato de que os finalistas das edições anteriores estejam disponíveis no site me pareceu ótimo. É muito importante que as pessoas realmente assistam aos nossos filmes”. 
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MVQ9sl8PS0M

O tempo do agora
“Pensamos em princípio: é um tema quase livre. Mas, ao mesmo tempo, era preciso chegar a uma abordagem específica. Começamos com a ideia de passagem do tempo, até que chegamos nessa história para mostrar a convivência de ritmos diferentes. O do caracol, mais lento, e o do homem”, explica Daniel Saraiva Rabanéa sobre o vídeo “Fome de tempo”, ganhador, pela comissão julgadora, da categoria livre. Daniel é de São Paulo, capital, foi um dos finalistas da edição anterior do Claro Curtas.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=emtyutxw8Zs

Trabalho em equipe
Agner Rebouças, que recebeu menção honrosa pela animação “Ação e Consequência” na categoria Universitários, diz que o grafite é referência constante para trabalhos que realiza em vídeo ou em outras plataformas – sempre com os companheiros do coletivo paulistano Grafite com Pipoca, do qual faz parte. “Trabalhamos normalmente com uma câmera digital simples, spray, papel e parede. Cada um coloca parte do material e do equipamento que usamos. Juntos, vamos realizando nossos projetos”.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=s8bvUZqMD-Y
De vídeo em vídeo
Para Daniel Varlese e os irmãos Ana Clara e Francisco Isensee, de “A segunda lei da termodinâmica”, que conquistou a comissão julgadora na categoria Alunos de Ensino Médio, participar do festival, junto à satisfação de ter um curta premiado, é um estímulo para pensar na carreira universitária que querem seguir. Daniel pretende estudar Artes Cênicas, enquanto Ana Clara e Francisco querem se envolver com audiovisual. Eles são unânimes ao falar da maior presença do vídeo nas aulas que têm no Colégio Domus, de São Paulo (SP), onde estudam atualmente: “Este ano, começaram a surgir mais trabalhos com audiovisual. Talvez os professores estejam prestando mais atenção nisso”, opinam.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=xdNnl1n6614

Stefany Wieh é professora do Colégio Estadual Getúlio Vargas, a única instituição de ensino médio do município Pedro Osório, Rio Grande do Sul, e concorda com Daniel, Ana Clara e Francisco. “O uso das tecnologias na escola e da linguagem audiovisual na atualidade é tão importante, em minha opinião, quanto aprender a ler e escrever. É fundamental para o aluno fazer leituras do mundo em que vivemos hoje”. O Getúlio Vargas é o colégio onde estuda Augusto Gowert Tavares, cujo vídeo “A cor do tempo” recebeu a maioria dos votos do público na categoria Alunos de ensino médio.

Dose dupla
João Paulo Miranda, Isadora Torres e Cláudio Torres, do vídeo “Brás Cubas – Delírios”, celebraram os dois prêmios (Comissão Julgadora e Júri Popular) que o filme ganhou na categoria ONGs, cineclubes e Pontos de Cultura. Eles são da cidade de Rio Claro, interior de São Paulo, e fazem parte do grupo Kino Olho, que nasceu em 2004 com sessões de cineclubismo e, aos poucos, se tornou também um grupo de produção. Para eles, os prêmios serão essenciais para continuar suas atividades: “As câmeras e a ilha de edição vão possibilitar que ampliemos nosso trabalho”, comemora Claudio, que participou como ator no curta. “É um estímulo para continuar”, acrescenta João Paulo Miranda, um dos coordenadores do Kino Olho.
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=dNfjv1ntJvE
Conte a sua história
Os paulistanos Tatiana Bornatto e Gabriel Galindo, roteirista e diretor de “Tempo para ouvir o que quero dizer”, escolha no público na categoria Livre, pensaram em sua experiência de trabalho para deixar uma sugestão para quem quer se envolver com audiovisual e participar da próxima edição do Claro Curtas. “Minha dica é: pense bastante na ideia antes de realizá-la. A maior parte do tempo investido em um vídeo tem que se destinar à construção do roteiro, ao esforço de tentar transformar um tema – algo que você queira transmitir – em uma história. Assim, na hora de gravar, tudo parece fazer sentido e todas aquelas pessoas mobilizadas têm um propósito de estar aí”, arrisca Gabriel. Que venha o próximo festival!
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=rSBQvkBwx7A

sábado, 17 de setembro de 2011

Rede Kino e o outro audiovisual com Adriana Fresquet

http://www.clarocurtas.com.br/noticias/noticias/detalhe/entrevista-adriana-fresquet,-da-rede-kino,-defende-o-outro-audiovisual  confira

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

As últimas do cinema

www.busk.com/noticias/cinemawww.busk.com/noticias/cinema

SEDA discute Cinema e Educação

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.116688005100498.11759.112344722201493&type=1

Amigos,

Fui convidado para compor uma mesa de debate nesta última terça, dia 13 de setembro, na Semana do Audiovisual SEDA, no espaço Benedito Nunes da Livraria Saraiva em Belém, conforme nota abaixo. Apresentei-me como realizador audiovisual independente e professor coordenador executivo do projeto de extensão cineclubista Uni Escolas Cinema aprovado pela Universidade do Estado do Pará, Campus Vigia.

Na exposição, coloquei a possibilidade de articular o cinema e a educação em sala de aula ou fora dela, envolvendo escolas e comunidades do entorno, como práticas libertadoras de uma educação também libertadora. Na sequencia, sintetizei como o projeto Uni Escola... funciona no envolvimento Universidade, escolas e comunidades, com a participação de professores e alunos universitários e de escolas públicas, todos envolvidos em ações interdisciplinares.

Esclareci que isso é um processo que se está construindo na busca de interfaces para chegarmos em alguns caminhos metodológicos, repito, caminhos, trilhas, pistas para caminhar em comunhão com os conteúdos construídos coletivamente na produção de conhecimento.

Esclareci também, que a inserção da disciplina "Audiovisual Brasileiro; arte e expressão cinematográfica" no ensino fundamental e médio pode ser uma alternativa [não solução] para aquebrantar a estrutura dos currículos rígidos que a escola oferece na educação brasileira; uma vez criados os cursos de graduação em cinema nas universidades e IES, penso na necessidade de se ter um  canal para que o aluno, na escola, seja oportunizado de conhecer alguns conteúdos do cinema nacional, ainda que seja de forma bem elementar, como práxis e produção coletiva, de sociabilidade.

Sabemos que há discordância quanto ao modelo e formato [engessado] da estrutura de ensino, mas, enquanto não se descobre ou acontece outras frentes de intervenção de se colocar o cinema/filme nas escolas, ou seja, de fora pra dentro, podemos desconstruir esse paradigma segregador e acoplar nas correntes postas da educação uma atividade lúdica e libertadora.

Logo, aposto na aplicação de três versões: a primeira, que vai ao encontro da segunda, entender a célula chamada "escola" que possui uma estrutura curricular rígida e de reprodução de conhecimento, onde precisamos decodificar seu DNA como um vírus, entrar nela, e depois "contaminá-la" [no bom sentido], daí a disciplina; a segunda versão é a de se trabalhar a arte de fazer cinema envolvendo todas as linguagens artísticas que ele proporciona, estudar o audiovisual de maneira informal, com liberdade, articular as diversas manifestações na produção de conhecimento por fora desse sistema rígido de ensino, daí a inserção cineclubista; e a terceira versão é o diálogo entre as duas primeiras. Vejo isso como estratégia de políticas públicas. O Uni Escola Cinema acredita na segunda versão, mas não perde o foco de entender que, neste primeiro momento, todas as possibilidades são válidas.


No debate, contamos com a presença de professores, educadores, realizadores, estudantes universitários de diversas áreas do conhecimento, falamos da Pedagogia Libertadora e da Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, como base para fundamentar a inserção do audiovisual na educação brasileira, pois o cinema é uma das várias formas de se produzir conhecimento de forma coletiva e compartilhada e pode muito contribuir e ajudar a educação da forma como ela está posta. Estudar e praticar cinema na escola não é formar artistas, mas formar cidadãos mais críticos, fazer diagnoses das problemáticas das comunidades do entorno, transformar em projetos sociais e devolver à sociedade possíveis alternativas de inclusão e participação.

A questão não é o filme em si, nem a escola em si, mas a educação que podemos conduzir/construir na interface dessas duas categorias.

Parabéns à turma da SEDA, o debate foi engrandecedor!


"Todo o ponto de vista é a vista de um ponto"
Boaventura de Souza Santos


p.s.Para conhecerem mais sobre o Uni Escolas Cinema, acesse postagem mês de agosto neste blog.


.http://www.facebook.com/media/set/?set=a.116688005100498.11759.112344722201493&type=1
segue nota da SEDA

Diário de Bordo - Cobertura Colaborativa #1



 Ontem, dia 13, aconteceu a primeira mesa de debates da SEDA Belém no espaço Benedito Nunes na Livraria Saraiva, composta por Darcel Andrade, Arthur Leandro e Josi Miranda. O tema discutido foi a importância do cinema para a educação dos jovens.
Darcel, produtor independente e cine-educador, iniciou o debate levantando a questão do projeto que consiste em incluir uma disciplina de audiovisual nas escolas, a fim de exercitar o olhar e a linguagem críticos. Já Arthur, professor de Artes da UFPA, alegou que inserir uma disciplina em uma instituição escolar seria um aprendizado muito “formal”, e que, na verdade, os artistas não precisam da escola para despertar o seu talento, mas sim correm atrás de seu descobrimento. Arthur discorda ainda dessa maneira imposta de descobrir o sentido das artes em nossas vidas, e defende: “eu acredito na educação, não na escola.”  



 Josi Miranda, estudante de cinema da UFPA que também compôs a mesa, comentou sobre suas expectativas positivas para o curso; porém criticou o fato que, por ser novo, ainda oferece pouco aos estudantes.
Após o debate, a mesa foi aberta para perguntas dos participantes presentes e dos que acompanhavam online.
Acompanhe a programação da SEDA Belém 2011 que acontece até sexta-feira, via Facebook (Seda Belém), Twitter (@sedabelem) no LivestreamRedecomtv